Flávio Bolsonaro espera apoio nacional da federação União-PP

O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), fez um novo aceno à federação formada por União Brasil e PP. Ele afirmou que espera contar com o apoio das siglas "muito em breve".
A declaração foi feita nesta segunda-feira, 20, durante a convenção estadual da federação em São Paulo. "Essa coalizão que foi montada aqui é uma grande inspiração para nós também no âmbito nacional. Espero que muito em breve possamos também caminhar junto com a federação União-PP em âmbito nacional", disse.
No evento, a federação confirmou o apoio à reeleição do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a Guilherme Derrite (PP) ao Senado pelo estado.
Há meses, Flávio tenta atrair o apoio de PP e União Brasil. As investigações sobre o Master, no entanto, esfriaram as conversas. Agora, o senador busca fechar um acordo até o fim do período de convenções partidárias, no início de agosto.
Em seu discurso, Flávio criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele disse que o petista "se recusa a classificar PCC e CV como terroristas, porque gosta de vagabundo". A fala se refere aos grupos Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV).
O senador também afirmou que o Estado brasileiro estaria sendo usado para perseguir adversários políticos. Segundo ele, os candidatos apoiados pela oposição serão responsáveis por "resgatar o Brasil" nas eleições. "A democracia vai ser restaurada no nosso País e vamos devolver a paz para a política e a paz para o povo brasileiro", declarou.
Messi e Milei
Em outra frente, o jogador Lionel Messi afirmou que os argentinos não conseguem chegar ao "fim do mês" com o dinheiro que ganham. A declaração foi feita antes da final da Copa América. O presidente da Argentina, Javier Milei, respondeu à fala do jogador.